Nós mulheres...
não ficamos carecas...
não sofremos de fimose...
temos um dia internacional...
sentar de pernas fechadas não dói...
podemos usar tanto rosa quanto azul...
sempre sabemos que o filho é nosso...
temos prioridade em botes salva- vidas...
não pagamos a conta.No máximo rachamos...
a programação da tv é 90% voltada para nós...
somos os primeiros refens a serem libertados...
existem diversas roupas que modelam o corpo...
a idade não atrapalha o nosso desempenho sexual...
podemos ir pro trabalho de bermudas e sandálias...
podemos ficar excitadas sem que ninguem se perceba...
podemos fazer sexo quantas vezes por dia quisermos...
se somos traídas somos vitimas, eles são cornos...
podemos dormir com uma amiga sem sermos chamadas de lésbicas
somos capazes de prestar atenção a varias coisas ao mesmo tempo...
mulher de embaixador é embaixatriz;marido de embaixadora não é nada...
não desesperamos em frente a um campo de grama com 1 bola e 22 mulheres.
Não precisamos ser perfeitas para ouvir assobios na rua... basta pôr uma saia mais curta...
somos monogamicas(embora precisamos testar vários homens para achar um que valha a pena)
mulher de presidente é primeira- dama; marido de presidenta é um zera á esquerda, mesmo que ele seja de direita...
Nosso cérebro dá conta do nosso serviço, mesmo com 3 bilhões de neurónios a menos, ou seja, nossos neurónios são mais eficientes...
se resolvemos exercer profissões predominantemente masculinas, somos"pioneiras", mas se um homem resolve exercer uma profissão tipicamente feminina, é bicha...
e por ultimo: fazemos tudo o que um homem faz , e de ...SALTO ALTO!
quinta-feira, 6 de março de 2008
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Procurei-me
Não sei onde me procurar...
Não me encontro...procuro-me onde estou eu?
no céu, na lua ou no mundo?
estou perdida sem caminho para voltar...
alma tão bela, que não me encorajas a seguir,
dá-me algum sinal,
quero voltar á terra e ter alma no coração,
quero ser presente, quero ser passado, quero ser futuro.
Mas...não sei onde está o presente,
o passado morreu, e o futuro?
está viajando nas veias do pensamento.
Sonhar é uma ilusão... mas alimenta,
entristece...angustia...mas alimenta-nos,
a vida é tão curta...
nunca digas adeus aos sonhos que te surgem no pensamento.
Pensamento? mas ... afinal
onde se alojou o sonho?
no pensamento ou no coração?
não encontro explicação...
contudo, há solução!
para que me encontrar,
se viver não tem sentido?
para que viver,
se não há mais nada para encontrar?
como posso encontrar os outros
se nem eu propria me encontrei?
procurei-me em todo lado,
procurei-ne em todos,
mas só me encontrei em mim mesma!
viver a vida sem ninguem do lado
é como uma fogueira sem lenha,
perdemos o senso de viver,
pois não há maneira de acalmar o coração,
viver na terra só com o corpo
não tem qualquer sentido,
por isso alma... vai-te encontrando,
porque a vida passsa
e eu não quero perde-la!
Não me encontro...procuro-me onde estou eu?
no céu, na lua ou no mundo?
estou perdida sem caminho para voltar...
alma tão bela, que não me encorajas a seguir,
dá-me algum sinal,
quero voltar á terra e ter alma no coração,
quero ser presente, quero ser passado, quero ser futuro.
Mas...não sei onde está o presente,
o passado morreu, e o futuro?
está viajando nas veias do pensamento.
Sonhar é uma ilusão... mas alimenta,
entristece...angustia...mas alimenta-nos,
a vida é tão curta...
nunca digas adeus aos sonhos que te surgem no pensamento.
Pensamento? mas ... afinal
onde se alojou o sonho?
no pensamento ou no coração?
não encontro explicação...
contudo, há solução!
para que me encontrar,
se viver não tem sentido?
para que viver,
se não há mais nada para encontrar?
como posso encontrar os outros
se nem eu propria me encontrei?
procurei-me em todo lado,
procurei-ne em todos,
mas só me encontrei em mim mesma!
viver a vida sem ninguem do lado
é como uma fogueira sem lenha,
perdemos o senso de viver,
pois não há maneira de acalmar o coração,
viver na terra só com o corpo
não tem qualquer sentido,
por isso alma... vai-te encontrando,
porque a vida passsa
e eu não quero perde-la!
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
PRENDA DE NATAL
Menino jesus,como eu gostava!...
de acordar sorrindo nesse belo dia,
e ter a mais risonha alegria,
de encontrar no meu sapatinho,
uma grande bola de muitas luzes e cores,
e que as luzes fossem brilhos de amizade
e as cores fossem as da bandeira deste povo,
erguidas bem no alto para inventar um mundo novo!...
Como eu gostava...Meu menino jesus!...
que o presente que me desses nesse dia,
fosse o sorriso duma meiga criança,
para eu poder pegar na sua singela mão,
e levarmos a todos os homens que encontrássemos
a mensagen mais profunda e mais real,
que nos deu o Deus Menino como prenda de natal!!!!
de acordar sorrindo nesse belo dia,
e ter a mais risonha alegria,
de encontrar no meu sapatinho,
uma grande bola de muitas luzes e cores,
e que as luzes fossem brilhos de amizade
e as cores fossem as da bandeira deste povo,
erguidas bem no alto para inventar um mundo novo!...
Como eu gostava...Meu menino jesus!...
que o presente que me desses nesse dia,
fosse o sorriso duma meiga criança,
para eu poder pegar na sua singela mão,
e levarmos a todos os homens que encontrássemos
a mensagen mais profunda e mais real,
que nos deu o Deus Menino como prenda de natal!!!!
domingo, 25 de novembro de 2007
Momento incerto
Às vezes sinto uma estranha força
cà dentro desta minha mente ruidosa,
força que se me agita a existência,
e fico sufocada em loucas ondas de medo,
e então tudo em mim é violência!
E vou fugindo pouco a pouco,
desta incerta realidade que descubro em mim,
e nem consigo ver a minha imagem reflectida,
porque fico a pensar que apenas sou,
a grande quimera dos dias da minha vida!
E quase morro por breves momentos,
julgando-me um corpo sem nada de racional,
e fogem dos meus olhos todos os brilhos de alegria,
e vou ficando a sumir-me de mim própria,
desaparecida num labirinto de melancolia!
Mas afinal... É verdade!...
eu sou sobretudo um ser que floresceu,
com um certo sentido para viver,
não serei mais nem menos que mais ninguém,
mas apenas aquilo para que pude nascer!
cà dentro desta minha mente ruidosa,
força que se me agita a existência,
e fico sufocada em loucas ondas de medo,
e então tudo em mim é violência!
E vou fugindo pouco a pouco,
desta incerta realidade que descubro em mim,
e nem consigo ver a minha imagem reflectida,
porque fico a pensar que apenas sou,
a grande quimera dos dias da minha vida!
E quase morro por breves momentos,
julgando-me um corpo sem nada de racional,
e fogem dos meus olhos todos os brilhos de alegria,
e vou ficando a sumir-me de mim própria,
desaparecida num labirinto de melancolia!
Mas afinal... É verdade!...
eu sou sobretudo um ser que floresceu,
com um certo sentido para viver,
não serei mais nem menos que mais ninguém,
mas apenas aquilo para que pude nascer!
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Lamento!
Lamento:
A impossibilidade de ser pássaro,
pousar em teu ombro,
me dilacera
a tristeza de não ser mar,
envolver teu corpo tostado
me penumbra a alma,
a dor de não poder ser vento,
e brincar com os teus cabelos,
me atormenta,
a necessidade de ser agua,
que te mata a sede,
me alucina,
a certeza se jamais ser teu sol,
teu remorso e tua grande alegria,
me estraga a vida,
e a ternura frustada,
e o beijo não dado,
serão levados pela agua pura,
pelo vento triste, pelo sol no mar,
pelo pássaro pousado no fio...
A impossibilidade de ser pássaro,
pousar em teu ombro,
me dilacera
a tristeza de não ser mar,
envolver teu corpo tostado
me penumbra a alma,
a dor de não poder ser vento,
e brincar com os teus cabelos,
me atormenta,
a necessidade de ser agua,
que te mata a sede,
me alucina,
a certeza se jamais ser teu sol,
teu remorso e tua grande alegria,
me estraga a vida,
e a ternura frustada,
e o beijo não dado,
serão levados pela agua pura,
pelo vento triste, pelo sol no mar,
pelo pássaro pousado no fio...
domingo, 28 de outubro de 2007
Bençãos
Filhos!
cadilhos?
para mim não,
filhos!
ternura e beleza
davida do céu, concerteza
para alegrar a minha vida
até aí, de amor desprovida.
Filhos!
a felecidade
feita gente
quanta vaidade!
quanta dor ausente
e quando dizem: presente
enchem o meu viver
de alegrias, de calor
de saber.
Filhos!
tão pouca dor
para tanto amor.
cadilhos?
para mim não,
filhos!
ternura e beleza
davida do céu, concerteza
para alegrar a minha vida
até aí, de amor desprovida.
Filhos!
a felecidade
feita gente
quanta vaidade!
quanta dor ausente
e quando dizem: presente
enchem o meu viver
de alegrias, de calor
de saber.
Filhos!
tão pouca dor
para tanto amor.
domingo, 21 de outubro de 2007
Sonho meu
Sentir-te aqui em mim...e tão ausente,
sentir-te aqui tão perto... mas tão longe,
sonhar-te igual ao outro e tão diferente,
querer-te igual a ti e não ter ninguem,
mas se até o céu chora tristemente,
lagrimas de silêncio e de paixão,
se a noite é tão amarga e sofre tanto,
porque não podes sofrer tu ó coração...
eu quero esquecer-te mas sem sonhar
que um dia pode haver nova alvorada
que um dia enfim posso ter o teu olhar
sonho-te em mim e não sinto nada
desejo-te! sonho meu no pensamento
e de noite acordo assim amargurada!
sentir-te aqui tão perto... mas tão longe,
sonhar-te igual ao outro e tão diferente,
querer-te igual a ti e não ter ninguem,
mas se até o céu chora tristemente,
lagrimas de silêncio e de paixão,
se a noite é tão amarga e sofre tanto,
porque não podes sofrer tu ó coração...
eu quero esquecer-te mas sem sonhar
que um dia pode haver nova alvorada
que um dia enfim posso ter o teu olhar
sonho-te em mim e não sinto nada
desejo-te! sonho meu no pensamento
e de noite acordo assim amargurada!
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